Sistema Operacional Clínico

O sistema operacional de uma clínica que opera.

Da primeira avaliação da paciente ao custo do material usado nela — num único registro, construído dentro de um centro cirúrgico em funcionamento.

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A tese

Um sistema de gestão isolado organiza a clínica, mas não a faz crescer. Um motor de captação isolado enche a agenda e perde o paciente no terceiro mês.

O valor aparece quando os dois compartilham a mesma identidade de pessoa. A origem do paciente fica colada ao histórico clínico dele — do primeiro clique à consulta de retorno.

Os três motores

Fase atual

PUBLIC ENGINE™

Motores públicos de captação.

Uma autoavaliação por especialidade que transforma tráfego anônimo em contato identificado, consentido e com origem técnica inequívoca.

Fase atual

CLINICAL OS / CRM™

O centro operacional.

Recebe o contato, conduz a jornada e organiza o dia em três áreas de trabalho: recepção, médica e direção.

Fase posterior

AMBASSADOR & AFFILIATE ENGINE™

Indicação rastreável.

Governança, elegibilidade e limites de privacidade aplicados sobre o encaminhamento entre pessoas.

As portas de entrada

Uma avaliação por especialidade.

Cada porta é uma autoavaliação pública construída sobre instrumento clínico, não sobre quiz de marketing. Ela não interpreta, não sugere conduta e não indica procedimento — entrega ao médico um contato identificado, consentido e já descrito em linguagem de sintoma.

  • Capilar
    Leitura de couro cabeludo com protocolos separados para homem e mulher.em produção
  • Facial
    Avaliação facial com captura assistida de imagem.em produção
  • Periorbital
    Protocolo periorbital com dez regiões de avaliação mapeadas.em finalização
  • Sobrancelha
    Landing pública e ferramenta clínica interna construídas, aguardando liberação.em finalização
  • Saúde íntima
    Bloco urinário sobre ICIQ-SF e bloco de transição hormonal sobre a Menopause Rating Scale.em desenvolvimento

Instrumentos validados em português. Limiares de corte homologados pela direção clínica de cada operação antes de qualquer publicação.

O que está em produção

Estado real de cada módulo.

Em produção
  • Estoque ClínicoItem, lote, validade, FEFO, custo congelado na baixa.
  • Centro CirúrgicoTerminal em modo quiosque, material bipado durante a cirurgia.
  • Terminal de ConsumoInjetáveis e ambulatório.
  • Scalp Map™Leitura capilar com protocolos separados para homem e mulher, contato entrando classificado no CRM.
  • Face™Avaliação facial com captura assistida.
Em finalização
  • Eye™Protocolo periorbital definido, dez regiões de avaliação mapeadas.
  • SobrancelhaLanding pública e ferramenta clínica interna construídas, ambas aguardando liberação.
Em desenvolvimento
  • Saúde íntimaPorta de entrada em construção.
  • Transição hormonalParametrização clínica em curso.
  • Camada de rede e franquiaIsolamento por unidade e consolidação.

Status verificado em agosto de 2026.

Salvaguardas clínicas

O que o sistema se recusa a fazer.

Sete princípios implementados como regra técnica, não como recomendação de uso.

  1. P1

    O sistema não interpreta, não sugere conduta e não diagnostica. Nenhuma saída em linguagem clínica. O médico decide.

  2. P2

    Nenhum dado é gravado sem confirmação humana.

  3. P3

    Nenhum dado é fabricado ou estimado. Campo ilegível fica vazio e sinalizado.

  4. P4

    Dado sensível nunca trafega fora do ambiente autenticado.

  5. P5

    Publicação de imagem só com consentimento registrado — trava técnica, não aviso na tela.

  6. P6

    Isolamento de dados entre unidades validado por teste automatizado.

  7. P7

    Proteção contra reforço de insatisfação corporal, implementada como regra do sistema.

Como começa

Quatro fases, com critério objetivo.

01

Parametrização clínica

Procedimentos, materiais e protocolos da clínica descritos como dados.

Critério de conclusão: catálogo de procedimentos e materiais aprovado pela direção clínica.

02

Fundação e segurança

Ambiente autenticado, papéis de acesso e isolamento por unidade.

Critério de conclusão: teste automatizado de isolamento aprovado.

03

Clinical OS na unidade-piloto

Recepção, área médica e direção operando no mesmo registro.

Critério de conclusão: uma semana de agenda inteira registrada no sistema.

04

Primeira porta de entrada no ar

Uma autoavaliação pública ligada ao CRM da unidade.

Critério de conclusão: contato identificado chegando com origem técnica registrada.

Construído e validado em clínica de alta complexidade em tricologia e cirurgia, referência sob consulta.

Contato

Fernando Christofalo

Conversa direta sobre parametrização, escopo e ordem de implantação.